quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Não sou gordo! Sou grande!

Hoje, já não tenho somente 1kg. Estou com 6 kg e tenho 09 meses. Como a mammys tem um probleminhas com a balança, ficou logo neurótica, perguntando prá vet se ia me dar ração light rsrsrs. a vet riuu e disse que não precisava (ainda) por que eu sou um filhote grande. Então não estou gordo viu?! Sou grande!!!!
Muitas coisas aconteceram de fevereiro prá cá mas conforme eu for lembrando de mais aventuras eu conto.
Minha mammys está triste porque tira umas vinte fotos de mim todos os dias e não consegue passar pro computador porque o cabo sumiu (gente, eu adoro fios e linhas mas juro que não fui eu!!!)
Enquanto isso, vão ficando minhas fotos "velhas" mesmo...


Eu fico o dia inteiro em casa sozinho. Durmo muito. Então, quando meus pais chegam em casa, eu quero mais é brincar né??? Primeiro eu faço um charminho prá ganhar carinho da mamãe, minha comida e água da torneira (claro!), depois que eu consigo tudo o que quero, fico esperando minha mamãe tomar banho (mas eu fico fora do box viu? porque seria muito interessante brincar com a mangueira do chuveiro se ela não me molhasse...) Enaquanto ela está fazendo a comida, eu fico observando-a ou então fico na janela da sala, olhando o movimento. É uma pena que a janela fica sempre só com dois dedinhos aberta pois adoro sentir o vento no nariz. A mamãe falou que é porque a gente ainda não tem tela.
Ô mãe, coloca logo essa tela! :(
Meu papai comprou uma coisa que deveria servir pra eu afiar minhas unhas e tirar um cochilo... mas eu gosto mais de afiar as unhas no sofá novo... então a mamãe foi obrigada a cobrí-lo.
Mas eu acho um jeito de me enfiar embaixo do pano e arranho assim mesmo rsrsrs. Esses dias eles embalaram o sofá em fita adesiva. Porcaria viu!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pet shop: Banho e Vacina =^..^=

Minha mamãe ficou impressionada como cresci em uma semana! Meu rabo já estava lindo!
Depois disso, saí de casa de novo... voltei pro trabalho da mamãe para tomar banho na pet shop que fica ao lado.
Eles me devolveram cheiroso, branquinho e tremendo rsrs. Foi muito emoção né: estranhos, secador, andar de carro ao lado de um cão labrador.
Minha mamãe ficou me analisando um tempão: vendo se não tinham me machucado nem nada, quando ela olhou pro meu nariz, deu muita risada porque até então, ela achava que meu nariz era rosa com pequenas manchas pretas... na realidade, meu nariz é totalmente rosa. As tais manchinhas eram caca mesmo rs.
Essa foto aí, é de quando voltei do banho. Eu estava na mesa do escritório da mammys.
Bom, ela nunca mais deixou meu nariz em paz né? Não pode ver uma caquinha lá que já vem logo com aquele lenço umedecido tirar.
Tempos depois, chegou o dia de minha primeira vacina. Fui em outro veterinário, gostamos mais desse. A vet me pegou com carinho, me cheirou, fez um monte de exames e disse que eu era o gatinho mais comportado e bonzinho que ela já tinha visto (ah se ela me visse em casa!). Me pesou e eu já estava com 1,0kg! Minha mãe ficou repetindo a semana toda: "Vem cá meu gato de 1 kg!" Papai achava muita graça.
Um miauuuu bem grande!
Léo

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Natal e Ano Novo

Vocês se lembram que eu fui pra minha casa nova em dezembro não é? Pois bem, chegou a época das festas de fim de ano.
No dia de Natal, minha casa ficou diferente: quentinha, com cheiro de comida boa. Eu queria sempre entrar atrás do fogão (com o forno aceso) meus pais ficavam loucos, me vigiando toda hora. Eu ficava brincando no pé da mamãe, dormindo com o papai até que, à noite, fui de novo tirado de meu lar, é que eu tinha que ser apresentado pro resto da família: meus avós e meus tios rsrsrs.
Foi muito estranho chegar naquela casa com aquele monte de gente, aquele cheiro de comida mas, que surpresa! Tinha forno quente lá também eeeeeeeeeee!!!!!!! Não sei por que, até hoje ninguém me deixa entrar atrás do fogão quando o forno está aceso.
Brinquei bastante naquele dia, com aquelas pessoas que eu acabara de conhecer, voltei pra casa cansadinho. Logo dormi.
Dois dias depois, fui levado novamente prá casa da vovó: agora eu iria passar uma semana lá, porque mamãe e papai foram viajar no fim de ano.
Foi uma semana bem legal. Cresci um pouco, meu rabo foi ficando mais bonito, brinquei com o vovô, dei susto na vovó quando achei um super lugar legal pra ficar em paz no forro do sofá dela rsrs.
Finalmente meus pais voltaram de viagem e eu voltei prá minha casinha!!!!



segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Uma aventura nada legal

Saímos todos de casa, fui pro carro novamente contrariado, chorando muito nosso destino: o trabalho da mamãe.
Ao chegarmos lá, ela arrumou tudo direitinho pra eu ter um lugar para fazer minhas necessidades, outro pra dormir e outro pra comer. Mas afinal, por que eu tinha que ir pro trabalho com ela? Ela tinha planos: me levar pro veterinário.
De fato eu fui, detestei aquela mesa gelada, aquela mulher me pegando, cortando minhas unhas. Me passou um monte de remedinhos tudo isso só porque eu não ia no banheiro.
No fim das contas, deu certo! No dia seguinte eu fiz coco em baixo do sofá da mamãe e xixi no meio da sala. Ela me ensinou onde fazer depois. Eu aprendi e nunca mais esqueci.
Me livrei das pulgas também! Ufa! Que alívio. Só tinha ainda o probleminha com os vermes mas... prá tudo dá-se um jeito.
Fui me adaptando a casa nova: passava os dias dormindo ou brincando com o chinelo do papai. A noite meus humanos voltavam prá casa ansiosos pra me ver e brincar comigo.
Essa foto aí é de quando fui pro trabalho da mammys!

Miau!

sábado, 1 de agosto de 2009

A adaptação na casa nova

O caminho prá casa nova foi cansativo. Primeiro eu passei na casa da minha prima Nina, que ficou brava com minha presença e depois fui dormindo pra minha casa nova.
Tudo era tão grande! Eu estava nervoso, com dor na barriga e não queria comer e nem fazer cocô. Minha humana ficou preocupada porque eu não comia...
Fui me acostumando aos poucos ao cheiro do lugar. Ela me colocou numa caixa grande, com um monte de bichos de pelúcia, mas eu não queria ficar lá.
Preferi ficar no grande sofá azul que havia na sala. Eu não conseguia subir. Fui colocado em cima dele.
A minha barriguinha estava grande demais e eu estava cheio de pulgas. Mamãe é meio neurótica e já quis se livrar logo delas me dando um banho.
Ai meu Deus que sofrimento!
Minhas primeiras horas na casa nova e já tenho que tomar banho? E eu não tenho nem 2 meses de vida! E o barulho do secador? Ufa, ainda bem que eu era bem pequeno e ela conseguiu me secar logo, depois de eu ter dito vários "mius" a ela.
De repente, as luzes se apagaram, os humanos sumiram e eu fiquei sozinho naquela sala grande e escura, dentro daquela caixa de papelão cheia de pelúcias.
Resolvi dar uma volta. Com muito custo, consegui subir no sofá (nem me perguntem como) mas não conseguia descer. Então, me aconcheguei em baixo da almofada e fiquei lá, esperando o dia clarear.

Quando amanheceu, a mamãe me achou lá "preso" ficou rindo de mim. Me tirou carinhosamente daquele lugar e eu pude andar pela casa.
Ela e o papai ficaram me olhando, rindo de meu jeito desastrado de andar e eu achei um chinelo muito legal de brincar! Me diverti um pouco antes que fosse tirado de casa (de novo!), para ir sei lá prá onde...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O começo

Devo o começo de minha história a uma gatinha de rua, que não era minha mamãe. Essa gatinha, era preta e branca como eu, e mora nas ruas do condomínio onde fica nosso apartamento. Todos os dias, ao voltar da faculdade as 23h, minha humana era recepcionada pelo ronronar da gatinha e isso a convenceu de que tinha que ter um bichinho assim.
Nâo sabemos por que ela simplesmente não pegou a gatinha e levou para casa, mas o fato é que uma amiga dela tinha uma conhecida que tinha uma gata (agora sim, minha mamãe) que ia dar cria e prometeram que um dos filhotes seria dela.
Ela me conta que foi uma espera eterna. Quando soube do nascimento dos bebês, ficou louca, perguntando todos os dias quando iria pegar "a sua gatinha branca peluda". É gente, haviam prometido a ela uma gatinha branca bem peluda que logo foi batizada de "Mia".
MInha mãe gata, meus irmãos e eu, morávamos numa casa de uma família muito, mas muito humilde mesmo: era apenas um quarto e cozinha, com muitas crianças e muitos gatinhos. Eu era o menor da ninhada e nasci com um "probleminha" no rabo: cerca de 2 cm dele eram desprovidos de pelo, com um aspecto de pele ressecada, feio que só, devia ser micose ou sei lá o quê. Com pouco mais de um mês de vida, vi meus irmãos sendo adotados por familias humanas, um a um e eu, fui ficando não sei se pelo meu tamanho ou pela aparência de meu rabinho.
Chegou o dia de minha mãe humana pegar a Mia. Quando ela chegou lá em casa, a Mia já tinha sido dada e só estavamos meu irmão e eu. Meu irmão era literalmente um gato e meu pai humano falou: "Leva esse" mas ele já tinha dono. É, só sobrei eu. Todo mundo achava que ela não ia me querer, mas quando eu, no auge de meus 500g de peso olhei nos olhos dela e soltei um "miii" ela não resistiu e disse: "Tá, é meu, vou levar".
Meu papai humano e minha tia não acreditaram. Ele até temia que eu não resistisse mais que uma semana de vida pelo fato de ser tão pequeno.
E foi assim que eu deixei minha mamãe gatinha e fui prá minha casa nova, dentro da bolsa da minha nova mãe.
Essa foto aí é de como eu era em dezembro de 2008.
Assim começa minha nova vida, e eu vou contar aqui prá vocês!
Até a próxima.